END OF DISCLOSURE – DATA DE LANÇAMENTO / PRESS RELEASE / FORMATOS / VIDEOS

(Resenha do Editor)

22 de Março marcou o lançamento do 13º álbum do  Hypocrisy, intitulado End of Disclosure. O álbum conta com 9 músicas (mais duas faixas bônus para edições especiais) . O álbum anterior, Virus, foi lançado em 2009, marcando um longo intervalo para os fãs da banda.

Nas músicas, o Hypocrisy passeia por todas as fases da banda, podemos facilmente ouvir faixas que nos remetem a Osculum Obscenum (When Death Calls), Virus (Tales of Thy Spineless), Arrival/Abducted (End of Disclosure) entre outras. O álbum até mesmo retoma uma característica da banda, que é terminar com uma música com sonoridade diferente do habitual, neste caso The Return, que foi composta por Lars Szöke.

Em termos de produção, temos Peter Tägtgren em seu melhor momento até agora. O som está limpo, porém não limpo demais, como nos álbuns Abducted e The Final Chapter, temos um som de bateria mais próximo do orgânico e com a dinâmica preservada dentro do possível. (Confira mais detalhes no site Dynamic Range Database). Apesar de acompanhar a banda nas turnês, a composição ficou a cargo novamente de Peter e Mikael, com a já citada participação de Lars e pela primeira vez, do filho de Peter, Sebastian Tägtgren na faixa Soldier of Fortune.

De certa forma, por transitar em todas as fases da banda, esse é um álbum para agradar a todos os fãs, apesar de alguns terem sentido a falta do direcionamento mais direto e focado no Death Metal dos últimos dois álbuns. Particularmente acho este um grande álbum, mostrando a versatilidade que a banda pode nos oferecer, com estruturas de músicas “simples”, com verso/refrão (End of Disclosure com certeza vai figurar em muitos shows da banda daqui pra frente) algumas nos apresentando algo novo como Hell is Where I Stay, Blasting Beats em Tales of Thy Spineless e a “estranheza” quase atmosférica da banda em The Return. Liricamente inclusive a banda retoma o tema alienígena e conspiracionista em diversas músicas e na capa do álbum, mostrando um alien usando o planeta Terra como uma bola Anti Stress. Outro ponto alto é a capa, ilustrada por Wes Benscoter (Kreator, Slayer, Cattle Decapitation), remetendo novamente aos primeiros álbuns da banda, sem tanta influência de arte digital.

O álbum rendeu à banda (e aos fãs!) uma extensa turnê mundial, passando pela segunda vez pela América do Sul e Brasil, desta vez tocando em uma quantidade muito maior de lugares.

O álbum foi lançado nos seguintes formatos:

Jewelcase Simples
CD Digipak (+1 Bônus)
CD Digipak Shotglass Edition Box (Versão disponível apenas no site da Nuclear Blast, com 3 copos de Shot com o logotipo da banda)
LP (Diversas Cores) com um LP de 7 Polegadas de bônus, com duas faixas que não constam na versão tradicional

 

Confira fotos de todos os formatos na página especial deste álbum, clicando aqui.

 

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